País
Tribunal volta a julgar homem que matou duas mulheres no Centro Ismaili
A diligência desta terça-feira surge depois de o Supremo Tribunal de Justiça ter decidido, em fevereiro, repetir o julgamento em que o arguido (Abdul Bashir) foi condenado a 25 anos de cadeia por duplo homicídio.
Os juízes do Supremo entenderam ter existido uma nulidade, pelo facto de o arguido não ter sido informado que estava a ser julgado como imputável. Na acusação do Ministério Público era dito que Adbul era inimputável.
No julgamento, o cidadão afegão confessou ter matado, em 28 de março de 2023, duas mulheres, de 24 e 49 anos, que trabalhavam no serviço de apoio aos refugiados do Centro Ismaili.
No total, o arguido foi condenado por sete dos 11 crimes de que estava acusado: dois de homicídio agravado, três de homicídio na forma tentada, um de resistência e coação sobre funcionário e um de detenção de arma proibida.
No julgamento, o cidadão afegão confessou ter matado, em 28 de março de 2023, duas mulheres, de 24 e 49 anos, que trabalhavam no serviço de apoio aos refugiados do Centro Ismaili.
A condenação em primeira instância com o pressuposto de que passara a ser imputável levou a alterar a medida de coação de medida de internamento para prisão preventiva, situação na qual permanece desde junho de 2025, a aguardar o trânsito em julgado da decisão, que estava até agora em recurso.
Abdul Bashir foi condenado a 25 anos de prisão, a pena máxima, pelo
homicídio de duas mulheres no Centro Ismaili, em Lisboa, a 28 de março
de 2023.
No total, o arguido foi condenado por sete dos 11 crimes de que estava acusado: dois de homicídio agravado, três de homicídio na forma tentada, um de resistência e coação sobre funcionário e um de detenção de arma proibida.